Posfácio |
Uma grande realidade revelada m palavra da escola aos seus alunos |
Esta
escola está oficialmente eternizada. Não é normal as escolas prestarem contas
aos seus alunos dos seus currículos. Especialmente as escolas do ensino particular
sem alvarás dos Estados.
O
objetivo deste curso é preparar uma nova civilização desde o homem até as
alturas do infinito, sem o meu conhecimento, hoje, dos seus limites, na
Eterna Escada da Evolução.
O
meu preparo, do Jaime, para desempenhar essa Alta Missão, terminou no final
do ano de 1998, com a descoberta do Órgão Orientador, conforme já relatado, o
que tomou possível, no dia 21 de abril do ano 2000, nas Festas Celestiais em
comemoração dos 500 anos da Descoberta do Brasil, ter sido gerada a criança
como semente na Nova Civilização, altura em que me foi transmitida a
incumbência de preparar a Nova Era.
Pelos
tramites da cerimônia do protocolo, entendia que havia reunido os subsídios
mínimos indispensáveis para essa tão honrosa quanto gloriosa missão, para
pouco depois receber do Senhor Pai do Infinito a confirmação desse meu
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despretensioso
preparo, através destas palavras: Meu filho arruma a minha casa.
Esse
inesperado serviço está aberto à participação de todos os alunos desta
escola, voluntariamente. Já foi exaustivamente dito que, a nossa linguagem
atual, de todos os seres, até aos mundos da luz, onde essa descoberta foi
realizada, não é apropriada para a criação desse Órgão Orientador.
Quando
disse que o objetivo desta Ia aula é ensinar a pensar, quero dizer
que a atividade do nosso pensamento é semelhante a do comerciante que só pode
vender os artigos guardados no seu armazém.
Assim,
só podemos falar dos nossos conhecimentos armazenados na nossa memória. E,
como é óbvio, se esses conhecimentos estivessem corretos, saberíamos falar de
uma maneira sábia.
É
a esse novo aprendizado que designo por profunda transformação do nosso
intelecto.
Para
fazer prova desse descuido do nosso aprendizado, tanto livresco como popular,
quis mostrar nas páginas deste livro o ponto dos nossos conhecimentos atuais.
Lembrando
os equívocos nas áreas das ciências, da filosofia, das religiões e outras
atividades costumeiras, nas quais não há razões para tantos descuidos porque
temos conhecimentos e capacidades de sobra para a devida correção.
Logo,
creio que tenhos conhecimentos à altura e cometemos muitos enganos; a razão
principal para isso pode ser o nosso método de aprendizado.
Foi esse método impróprio (para o nosso
tempo) que pretendo mostrar através desta aula com o título A Teoria4 da
Gravidade.
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Não
vou procurar ocultar os meus possíveis equívocos desta aula à sombra da
desculpa que é uma aula para aprender a pensar e não aprender ciência.
Qualquer
leitor que se der ao trabalho de apontar as minhas falhas (impossível de
evitar), ficarei muito agradecido, e nas futuras aulas darei essa notícia com
os meus pedidos de desculpas.
Este posfácio tem um duplo objetivo que
representa a síntese do livro:
lfi Mostrar os equívocos em tomo
do mundo em que vivemos, o que leva ao Iluminato.
2a Colocar em evidência a
completa ignorância da realidade da existência, o que nos prova a pequenez da
nossa sabedoria.
É
o que tratarei a seguir: destacar, para comparação, a micro pequenez do mundo
físico e a infinita dimensão do mundo real, tratado até aqui por mundo
paralelo.
No
livro Projeto da Nova Civilização para o Infinito dou uma leve noção da idéia
que me levou à descoberta de que a matéria é uma invenção recente em tempo
sideral e o contato com o seu autor.
A
grande descoberta da expansão das Galáxias leva-me a admitir que um dia
estiveram juntas, idéia que levou a admissão do Big Bang.
Se
por comparação, levantar a teoria de que indo para o passado, cada vez
encontraremos menos coisas, dada a geração constante de seres e seus mundos,
não poderei colocar moldura neste quadro porque ficará aberto para o
infinito.
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Recuando
no tempo da expansão das Galáxias, visualizei o seu possível ponto de
partida. Todavia, esse mesmo raciocínio para a expansão do Mundo Real, o mundo do Espírito, não nos leva a lugar
nenhum, se por hipótese quiser gastar toda a eternidade futura andando para o
passado. O ponto dos meus conhecimentos atuais mostra- me que as coisas têm
um autor que já era antes delas. Porém, a idéia de que sempre existirão
coisas, embora para mim hoje seja a mais lógica, é uma idéia aberta e este
fato não nos permite fechar a questão à cerca de uma hipótese consistente.
Para mim, pessoalmente, e até razões em contrário, deixo em aberto uma
segunda hipótese: haverá uma outra explicação?
Tenho
uma razão para pensar assim, tirado do postulado dos nossos cientistas, o que
também parecia uma sentença irrecorrível: do nada, nada se pode tirar!
Pensei
assim: isso não quer dizer que de onde não há nada não se pode gerar alguma
coisa, em vista da expansão do universo, o que me levou à descoberta
fantástica de que as coisas são criadas pelo par de opostos, que no nosso
caso é a antimatéria; o oposto dos Deuses é o Anjo Caído, colocando os Deuses
como antís dos demônios, ou os dois ou nenhum!
Quantas
tolices se dizem sobre os luciferinos e os infernos. Isso me levou a este
resultado: a ignorância é o maior pecado da existência!
A
descoberta do par de opostos para a matéria, para os homens e para os Deuses,
não me permite sair dessa condição muito incômoda. As coisas sempre
existiram? Não sei! Há um princípio das coisas? Não sei.
O
Professor Stefen Hawking foi muito feliz ao escolher para o título de um dos
seus belos livros: O Universo
Numa Casca de Noz.
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Esse
seu excelente trabalho destaca muito bem um pontinho representado pelo mundo
físico em frente ao infinito mundo real do espírito; isso, apesar da
envergadura do nosso Cosmos visível estimada em 15 bilhões de anos luz.
Se
o universo real sempre existiu, qualquer expansão mensurável nunca passará de
um insignificante pontinho perdido no espaço.
Caro
aluno ou cara aluna, se o Cosmos tiver 15 bilhões de anos-luz de diâmetro, e
puder ser imaginado numa casca de noz, qual será a nossa estatura real?
Apesar
da nossa aura do pensamento - sentimento ter uma envergadura superior aos
números acima, conforme provas de laboratório, toda a vida, desde a infância
vivida num meio de muitas manifestações espirituais, insurgimos contra o
desinteresse das pessoas, quando deveria ser uma obrigação do Estado estudar
o mundo espiritual, tido como fantasioso e agora provado ser o real mundo da
existência, enquanto o mundo físico não passa de um quase acidente de
percurso, se não fosse a sua grande contribuição para um intelecto mais
consistente.
Vejamos
a triste posição da humanidade. Temos vivido conduzidos por idéias mais
fantasiosas do que reais e com aversão ao real mundo da existência que tantos
ridicularizam, embora seja lá que está radicado o governo do mundo e do
universo, onde vou tomar ciência das causas de todos os acontecimentos
físicos com a possibilidade de introduzir alterações como a anulação do
terrível Apocalipse, a Guerra do Golfo e o povo de Jerusalém, onde ninguém
morreu apesar das centenas de apartamentos derrubados pelos mísseis scud a
mando de Saddam Hussein.
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Nossa
história teria sido outra bem diferente se as pessoas tivessem se interessado
por conhecer o real mundo da existência.
Ficamos
reduzidos a uma população de crianças órfãs de pai e mãe sem saber nos
conduzir no verdadeiro caminho da evolução, de que resultou o nosso terrível
calvário de sangue, suor e lágrimas com as guerras, fome e toda a qualidade
dos nossos inconvenientes.
Duas
condições se impõem a todos os interessados, incluindo os Senhores Deuses, um
dos quais disse numa das nossas reuniões: “Afinal as coisas não são como parecem”.
Esta
conscientização leva os humanos ao iluminato. O novo aprendizado leva-nos à
uma integração com o infinito.
A
lâ condição mostra-me como a coisa não é, ou seja, a nossa nova
posição em relação ao conhecimento.
A
2a condição mostra a todos nossa pequenez frente ao infinito
organismo da existência, e todos aqueles que abrirem o leque das linhas
mestras da evolução do serviço prestado a terceiros, para a integração total
com o infinito, levando a sua filosofia de vida paralela às linhas gerais do
Infinito Senhor Pai, estarão abrindo as suas potencialidades para o infinito.
Já a partir de nós humanos.
É
assim que um homem já transforma os Cosmos, mudando as suas naturezas para
finas flores.
Que
ninguém se confunda - os seres não recebem poderes por mágica, mas, sim, pela
integração ou fusão do nosso insignificante espírito com o todo infinito,
conseguindo com a nossa vontade, penetrar na vontade maior dos universos,
tomando as duas uma só vontade. Isso não são idéias futurísticas, são fatos
comprovados
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552 - Posfácio
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sempre
que necessário, e toda esta aula é apenas o levantar da ponta do véu.
Antecipadamente, o meu sentir já é profundo
por, todos os irmãos que forem ficando pelo caminho, acomodados ao conforto
do imobilismo das idéias. É ainda assim, por hora, a natureza humana.
Até a próxima aula.
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