Projeto da nova civilização para o infinito

Posfácio


Este livro foi terminado, logo após haver recebido a incumbência de criar uma nova civilização, no dia 21 de abril do ano 2000, em vez de dividir a velha civilização entre iluminados e não iluminados; seria criar uma civilização de Ia classe e deixar a outra parte como seres de 2a classe. Claro que esta divisão só se daria em nível humano, porque os Senhores Deuses estão sempre muito atentos a quaisquer novos conhe­cimentos que enriqueçam or seu vasto arsenal do saber.
Pelo processo do curso do Iluminato, os humanos que não conhe­cem o valor do saber como o prova os milhões de analfabetos no mundo, não viriam a interessar-se, pois os próprios letrados são poucos, os apaixonados pelo conhecimento.
Graças a Deus que os Pais obrigam os filhos meninos e, mais tarde, é o interesse por ganhar mais dinheiro com o saber intelectualizado do que com o serviço braçal. Há exceções, é claro, as raras crianças que pedem para ir à escola.
Se alguém entender que estamos errados então nos respondam, por favor: por que o homem se nega a raciocinar? Falando por impulso do senso comum e usando mais a linguagem do papagaio do que a sua própria?
O espírito humano tem horror ao esforço, vive de rotina e encabrita-se todo quando é contrariado nos seus preconceitos!
Aos preconceitos, nós designamos por crenças e logo mais vamos explicar as razões.
Portanto, concordamos, plenamente, que em vez de fazer reparos na velha civilização, assim como alguém manda reformar a sua velha casa, é muito mais indicado criar uma nova civilização com instruções tão claras que possam abranger os próprios analfabetos.
Em abril de 2000, estávamos escrevendo dois livros e na pressa de publicar este fizemos a fusão dos dois com mais alguns acertos.
Não adiantou a correria porque até abril de 2001 não havíamos conseguido publicá-lo nem pagando a composição gráfica. Também não conseguimos uma distribuidora para o caso de o encomendar a



uma gráfica, e nossas atividades são imensamente mais importantes do que abrir uma firma para vender livros.
Essa informação é para evitar que algum patriota, que os há, venha reclamar os direitos do Brasil, no Projeto, para ser alheio à publicação do livro.
As razões e as queixas não fazemos, porque ensinamos na escola os alunos a nunca se queixarem dos inconvenientes. Todos eles trazem, no seu bojo, algumas conveniências. Nada existe sem uma razão de assim ser.
Este posfácio tem outro objetivo muito mais agradável do que relatar insucessos naturais da vida humana.
A razão maior é uma descoberta fantástica ocorrida dia 18 de abril de 2001.
Este novo conhecimento é muitíssimo importante para os Senhores Deuses porque é o Ponto De Mutação de seres artificialmente criados para os novos seres naturais - senhores do seu destino sem a intervenção da natureza.
Muitos anos antes da descoberta do maior dos mistérios da existência — A Criação Dos Seres, já havíamos concluído e informado os Senhores Deuses de que todos os seres tem um certo grau de robotização.
Há, dentro de todos nós, circuitos independentes das nossas vontades. Tal como no corpo físico humano e até a própria respiração dos Senhores Deuses.
Porém, o que torna os seres com certo grau de artificialidade é o campo das idéias.
Nós pensavamos, que bastaria o conhecimento de três campos para os seres se tornarem autônomos na arte do pensar, que eram o campo das sete grandes leis naturais e algumas regras, o campo das inflexíveis leis dos reflexos e agora a recente descoberta das insuspeitadas leis indiretas, as quais abriram muito a nossa capacidade de observar como os seres devem se comportar.
Nós acreditávamos que o ponto de mutação estava relacionado com a análise do discurso de cada um, e que todos os seres precisariam rever e modificar a base da expressão das suas idéias.
Nós até sabíamos que a projeção das idéias tem como base ou raiz a concepção das nossas crenças. E falamos na necessidade de rever o modo como concebemos as idéias, para poder mudar a expressão delas, uma vez que ninguém fala palavras que não sejam antes concebidas; até mesmo na rápida cadeia dos raciocínios, chamados, em ciência, de instinto.
Nota: o instinto dos animais tem outra raiz, numa faculdade que todos possuímos, também, mas ainda não conhecida do público. A psicologia estuda, e muito bem, o comportamento dos seres. Porém, do



seu espírito só soletra o nome. É indispensável a vidência para estudar o espírito que vive nos mundos paralelos. O nosso corpo é o seu carro no plano físico, que é de outra substância muito diferente da sua constituição.
Nós já sabemos, há muitos anos, que o pensamento só é possível porque o cérebro do espírito gera substância no ato de pensar, formando as figuras das idéias. Portanto pensar é uma arquitetura perfeita. Só que, como acontece com todos os seres, nós vemos as coisas, mas nem sempre as enxergamos na primeira olhada. Foi o que aconteceu ao olhar as figuras criadas pela concepção das idéias e, apesar de saber que é dali que sai o impulso para a sua expressão, nunca havíamos analisado bem a natureza fantástica dessas figuras materializadas e guardadas na nossa mente.
O fenômeno é tão incrível que leva muitas páginas para se descrever. Como alguém poderá acreditar a não ser os Senhores Deuses, que há figuras que uma vez criadas são sentidas em todo o Universo ?
É aqui na misteriosa capacidade natural delas que reside o segredo dos seres passarem do artificialismo que todos temos e somos para um ser natural isento das inflexíveis leis do destino.
Enquanto cada um não for o autor e o executor da sua sorte, do seu destino, separado do artificialismo das projeções automáticas, ninguém poderá dizer que ele é um novo Universo separado de todos os outros seres.
Para os familiares dos Tomés, que só acreditam vendo, relatamos casos do destino forjado por estas figuras concebidas pela ignorância de muitos.
Os famintos de hoje são aqueles que noutras vidas criaram e materializaram a sinistra figura de: eu é que sou feliz, não preciso trabalhar.
Com essa concepção das idéias tão infelizes não criaram o órgão da riqueza e agora, mesmo vivendo no espaço geográfico das cidades estão expulsos delas e vivem à margem da sociedade, tendo as ruas como seus lares.
Ao invés, os ricos do céu são os Santos que um dia criaram a figura da filantropia, a ajuda aos problemas alheios.
Os felizardos de hoje no amor, criaram, noutras vidas os órgãos do amor e respeito às esposas.
Os homossexuais criaram a figura da expulsão do seu Ego par e hoje não tem a natureza feminina. E estão impossibilitados de prosseguir na evolução tal como a Bíblia nos adverte, mas quem leu a Bíblia? Os ditos religiosos cada um extrai do livro sagrado somente as suas conveniências.
Já lemos livros desfazendo a Bíblia, outros a enaltecem, porém, ainda não encontramos, de ambos os lados, uma só referência ao Salmo 78 que é a porta da entrada da monumental obra.

Download do livro completo.



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